Capitulo 3 - Fim da linha, Z

16/04/2011 10:55

Zac acordou com alguns barulhos vindo da sala. Aquilo o irritou profundamente porque eram 7 da manhã e ele não pretendia acordar assim tão cedo. Colocou uma blusa branca, já estava com uma "calça" azul, e foi atrás de motivos para a barulheira. Na sala, a primeira surpresa: Miley e Kate. 

-O que vocês estão fazendo aqui?
-Ele também é meu pai... ou era... -Miley começou a chorar, mesmo que falsamente. 
-O que tá acontecendo aqui? -Zac não entendeu o desespero
-David teve um infarte durante a noite, os médicos estão tentando salvá-lo

Aquilo o paralisou. Todas as lembranças de quando era criança, da sua adolescencia e todo o resto, começaram a passar pela sua cabeça tão rápido quanto um trêm bala. E parecia que a sua decisão de recomeçar não valia mais de nada, afinal, seu pai estava morrendo há dois corredores dalí. Ele correu e entrou rezando para que tudo fosse mentira. Até que viu seu pai recebendo choques e massagens cardíacas, e sua mãe chorando loucamente em um canto. Todas aquelas imagens, todos aqueles sons, toda aquela dor o fez chorar da mesma forma como chorou quando seu pai fora embora, o fez implorar da mesma forma como seu pai fora embora. Pobre Z, parece que um raio acerta sim o mesmo lugar e, ironicamente, causa o mesmo estrago. 

Scott estava passeando pelas ruas, procurando algum furo ou simplesmente uma mulher interessante para lhe acompanhar esta noite. Foi quando um de seus informantes lhe ligou temeroso. 

-Sr. Speer?
-Fala aí!
-Parece que o Sr. Efron morreu!
-Quem? Ã? -Scott pensou que Zac havia morrido e aquilo o fez largar a câmera no chão.
-É! Ele teve um infato, Sr. Zac e Sra. Starla estão desesperados no quarto. 
-Como Zac está desesperado se ele MORREU, estrupício?! -Subiu-lhe uma raiva ao saber que a sua lente tinha arranhado por causa disso. 
-Eu tô falando do Sr. Efron, não do Sr. Zac! 
-E quem é Sr. Efron, Lewis? -Scott estava profundamente irritado.
-O pai do Sr. Zac! 
-E o que David está fazendo aí?
-Ele chegou ontem, estava muito doente. E tá morrendo agora 
-Boa, Lewis! Fica de olho e me avisa se o coroa morrer! 
-Aviso, aviso. 

Scott desligou o telefone sorrindo. Tem furo maior do que a morte do dono da People? Não. Ele tinha que ser o primeiro a divulgar a notícia. Durante o caminho para a casa de Zac ele foi escrevendo a notícia, só precisava de fotos e de uma confirmação de Lewis, que era um dos mordomos da casa. Parou duas ruas antes, e ligou pra Zac, para fazer o seu papel de amigo. Como ele não atendeu nenhuma das cem vezes que tentou, Scott presumiu que a coisa estava realmente séria lá dentro. 

Em um dia de desgrça, parece que muitas pessoas estão felizes. Além de S, V também estva em um dia de glória. Estava quase oficialmente trabalhando na E.T, ela tinha um prazo de uma semana pra decidir, que era o tempo que Will, da People iria decidir contratá-la ou não. V tinha as melhores propostas de trabalho só aguardando ela dar uma resposta. Além disso, havia conseguido um apartamento perto do de A, por um preço imbatível. Parecia que tudo, enfim, estava dando certo para a caloura V.

-Hey, A!
-E aí?
-A E.T. me deu uma semana! Se a People negar, ainda vou ter ela. Estou muuuuito mais tranquila!
-Que bom, V! E o apartamento?
-Consegui também, duas ruas depois da sua casa, viu dona moça? 
-Que sooooooonho *-*
-Pois é, hoje é o meu dia de sorte!

Cuidado com suas palavras V, pois elas poderm se tornar realidade. Na mansão dos Efron, todos estavam inconsoláveis. Starla ficou dentro do quarto em todo o momento enquanto Zac foi expulso do quarto. Em seu quarto, ele se martirizava e compartilhava sua dor consigo mesmo. Não demorou muito para sua mãe, com o rosto inchado e triste aparecer por lá. 

-Filho?
-Oi... -Ele respondeu meio sem voz, meio sem querer falar 
-Posso sentar aqui? -Peguntou antes de sentar na cama dele. 
-Uhum
-Vou ser bem direta, o fato já machuca. -Ela respirou. -Seu pai está morto.
-Morto?! Não tem mais jeito?! 
-Não, não tem. Infelizmente, não tem. -As lágrimas correram pelo rosto dos dois
-Eu nem me despedi dele, eu queria falar tanta coisa...
-Não pense assim
-Eu fui um péssimo filho
-Assim como ele foi um péssimo pai, não se culpe, ok? 
-Ele era meu herói
-E agora ele realmente é seu utópico herói, "aprendeu a voar" 
-Já levaram o corpo? 
-Não, mas eu acho melhor você não ver
-Eu quero

Zac levantou e desceu as escadas rapidamente deiaxando algumas lágrimas para trás. Sua mãe tinha razão era melhor não ter visto. Logo ele estava descontrolado outra vez, e foi preciso alguns mordomos para contê-lo longe do corpo enquanto levavam para o carro funerário. Starla assumiu o consolo do filho quando a porta se fechou. Era uma criança outra vez. E aquela cena, de alguma forma tocou rapidamente o coração de Miley. Z chorava abraçado em sua mãe, que alisava seu cabeço e sussurrava palavras de consolo apesar de estar tão quebrada quanto ele. Miley não sentia essa dor toda, ela nunca ligou pro pai. E se sentiu constrangida por não estar chorando o suficiente. Mas isso ela guardou para si mesma, afinal ela era muito focada, e o foco dela era um prédio imenso que movimentava bilhões. 

Scott pegou as primeiras fotos. Com o artigo pronto ele só precisou carregar as fotos na página e publicou pedindo perdão à Zac, como normalmente fazia quando sabia que esava fazendo uma besteira com o amigo. Com a notícia publicada, ele tentou ligar pra Zac mais algumas vezes, o que não deu certo. Então ligou para J, para dar a fúnebre notícia.

-Hey, J. Pode falar?
-Se for mais uma de suas besteiras, não. Tô no trabalho
-É realmente sério. E é sobre o Z
-O que aconteceu?
-Descobri, não me pergunte como, que o pai dele morreu. 
-Que horror! E provavelmente ele não vai nem querer ver a sua cara porque você já espalhou por aí né? 
-Só provavelmente. Vê como ele tá por mim? Tô tentando ligar pra ele desde cedo, mas nada... 
-Vou pra lá agora! Ele deve estar arrasado! 
-Mantenha-me informado, ok?
-Vou tentar 

J explicou rapidamente o que acontecera e sua chefe o liberou. Pegou dois metrôs e ainda andou um pouco para chegar na casa de Z. Quem abriu a porta foi Lewis que mandou J subir, que Z estava no quarto. Starla estava conversando com um homem todo engravatado que paceia ser um advogado. Mexeu os lábiu em um "Sinto muito" e ela agradeceu com um sorriso. A presença de Miley numa reunião aparentemente de negócios o fez entender a aversão de Z à ela e a tudo o que vem dela. Bateu na porta duas vezes e só entrou porque não teve resposta.

-Hey, Z. Sinto muito -Zac estava deitado na cama virado pra janela. Virou e levou um susto, não esperava que Jared soubesse
-Como você soube?
-S me contou, ele tá preocupado com você
-Se ele sabe... -Zac revirou os olhos. -Os USA sabem também. 
-Provavelmente, mas... como você está? 
-Exatamente do jeito que você está vendo.
-Quer conversar?
-Sei lá, véi... Tô me sentindo culpado. -Ele olhou pra J. -Ele ficou doente por minha culpa, e... eu tinha dado uma chance pra ele, mas meu orgulho não deixou que ele soubesse disso. Eu matei meu pai
-Você não pode pensar assim, e não é porque eu quero que você se sinta melhor, é porque não é verdade. Ele te magoou muito, cara. Cada um tem um tempo pra dar uma segunda chance, foi uma fatalidade
-Doze anos? Eu precisava esperar DOZE ANOS?! -As lágrimas desciam de raiva e de dor. 
-Precisava. Por que se fosse com 11, 11 e 11 meses... talvez não fosse de coração e não servisse de nada além de magoar vocês dois mais um pouco. 
-Isso não é justo!
-A vida não é justa, Z. Você tem que olhar pra frente agora. Fazer valer a pena a sua decisão de perdoar ele. 
-ELE MORREU, JARED. NÃO ADIANTA NADA! 
-Ele morreu, mas tem um prédio ofuscante e enorme lá fora que resume todo o esforço da vida dele. Você pode provar pra todas as pessoas que apontavam o dedo pra vocês, que VOCÊ mudou. Ele te deu a chance de fazer certo, faça. 
-Eu não vou conseguir entrar naquele prédio e sentar naquela cadeira. E... -Z começou a chorar outra vez. 
-Ei, cara. No início é difícil, mas você vai conseguir se levar ele sempre com você. Eu acredito em você, assim como ele acredita.

Starla interrompeu com o advogado e com Miley. Zac enxugou as lágrimas rapidamente e levantou disfarçando sua insensatez. Miley parecia estar furiosa, e isso acalmou Zac por perceber que o pai não tinha feito nenhuma loucura.

-Não queria lhe imcomodar com negócios, mas é só o esperado. -Starla se desculpou. 
-Tudo bem, mãe. Boa tarde, dr. Jullian. -Ele apertou a mão do advogado formalmente. 
-Boa tarde, Zac. Em seu testamento, David o colocou como presidente da People, dando-lhe 60% das ações. E ele pede para que você ceda seus 10% para Miley. -Zac a olhou superiormente. -Tenho o documento em mãos, poderia assinar? 
-Vou pensar sobre o assunto. 
-Como? -Miley reivindicou. 
-Exatamente. -Olhou para Miley e depois boltou a olhar para Jullian. -Vou pensar, dr. 
-Vai ficar com 70% das ações? 
-Ou vender os outros 10%, não sei exatamente. 
-Nosso pai pediu para que você ME desse! -Miley brigou. 
-Como você mesma sabe, não fui muito de atender aos pedidos dele.

Pobre Miley, parece que o sonho de se tornar rainha foi destruído pelo verdadeiro rei. Indignada, ela saiu do quarto e desceu as escadas ligando para o seu advogado.

-Preciso que olhe o testamento do meu pai e impreça meu irmão de assumir a presidência. 

Uma conversa rápida mais letal. Saiu da mansão irritadíssima, pensando em como poderia derrubar Z, em como tomar o lugar dele, ou pelo menos em como ver os 10% das ações com o seu nome. Imersa nesses pensamentos, M esbarrou em um fotógrafo bastante familiar. 

-Olha por onde anda, interesseira! -S falou continuando a andar. 
-Cuidado com o que fala Speer, talvez precise de mim para alguns detalhes. 
-Ou talvez não, já que eu tenho Zac Efron. 
-Qualquer coisa, você sabe meu número. -Sorriu maliciosamente e continuou andando para a limousine. 

 Scott entrou e viu todos na sala discutindo sobre a People em si, tentando convencer Zac a ser mais bonzinho. Quando S entrou, Z mandou parar a conversa e o olhou com raiva. 

-Por que veio? -Z perguntou. 
-Eu sinto muito.... ao quadrado. 
-Você sempre sente muito, Scott!
-Eu realmente sinto muito, por tudo. É como eu ganho a vida, e você sabe que eu escondo muita coisa. Eu só jogo o fato. 
-Mas enche minha casa de paparazzies! E no fim das contas você só se preocupa com seu trabalho, não está nem aí para a nossa amizade. 
-Z... você me conheceu assim, me aceitou assim. Achou mesmo que eu iria mudar? 
-Achei, mas seu prazo acabou hoje. Saia da minha casa, agora. Não vamos dar entrevistas. 
-Sorte minha que não vim como paparazzi e sim como amigo. 
-Sorte minha que não quero mais você como amigo. Ops, mas dá no mesmo não é? 
-Z, vamos com calma. Nossa amizade não é meu trabalho. 
-Vai embora, Scott. 

Parece que a próxima matéria babou pro querido S. Ele saiu sem mais palavras aconcelhado pelos olhares de J. Não esperou nem colocar os pés fora da mansão que pegou o celular. Em poucos segundos estava se dirigindo para o outro refúgio do falecido. 

-Não acredito que o Scott fez isso! -A falou para V
-O que ele fez? -V parou de ler o contrato do apartamento.
-O pai de Z morreu hoje de manhã e advinha quem publicou isso em primeira mão? 
-Não!
-Sim! Z deve estar arrasado, vou dar um pulinho lá na mansão, ok?
-Vai, eu vou ficar aqui. É muito pessoal
-É, mas se precisar de alguma coisa, ligue!
-Tudo bem, mamãe. 

As duas riram e A, que havia acabado de chegar da People, saiu para a casa de Z. Enquanto isso V ficou procurando pelas notícias da morte do pai de Z até lembrar que ela também tinha um pai e uma mãe, e que felizmente seu pai não estaria em casa. Pegou o casaco, o contrato, a bolsa e saiu para a casa da mãe. 
Quando sua mãe abriu a porta a cara de desconforto fez-lhe perceber que ou seu pai estava em casa, ou alguém da família. Mesmo assim ela fingiu não notar, sua mãe jamais lhe expulsaria de casa assim.

-Olá querida... entre. 
-Oi, mãe! Tenho uma ótima notícia, estou praticamente empregada e arranjei um apartamento!
-Oh querida, que bom! Onde você vai trabalhar e onde vai morar? -As duas já estavam na sala, mas V continuou a falar entusiasmada sem notar a presença da outra pessoa.
-Vou trabalhar na E.T ou na People, estou esprando algumas confirmações. Não é legal? 
-É ótimo! São um dos melhores lugares né? 
-Sim, sim! Estou delirando. E... vou morar perto da A. Na verdade, trouxe o contrato com algumas fotos e tal pra senhora ver. Quer? 
-Quero sim, querida. Vamos nos sentar? 

Quando V percebeu quem estava na sala seu coração gelou. Seu pai em sua habitual cadeira, e em um sofá o seu ex-namorado que havia deixado para viajar pelo mundo. Mas ele não estava sozinho. Uma mulher linda estava ao seu lado, segurando sua mão, e ao que tudo indicava, era Stella. 

-Oi pai, oi Jeremy, oi... Stella?
-Sim, Vanessa. -Stella respondeu áspera.
-Então, eu acho que volto outra hora, mãe. Acho que estou atrapalhando alguma coisa
-Não querida, estamos falando apenas sobre coisas normais de casamento.
-Acho melhor você vir depois, Vanessa. -O pai dela foi sincero e rude. -Ou não vir nunca mais. -V tem que ter cuidado, pois parece que sua prórpia casa, é territorio inimigo. 
-Não admito que fale assim com ela, Greg! É nossa filha e está contando uma coisa maravilhosa! Ela está subindo na vida, mesmo não tendo crescido aqui. E se você não quer saber, saia da sala então. -Greg não se mexeu e ficou calado. 
-Acho melhor eu ir. 
-Acho melhor você ficar e nos contar onde vai morar, e jantar conosco para que sua irmã lhe conte sobre o casamento que ela não lhe convidou. -Stella desviou o olhar irritada. 
-Mãe, eu entendo todo o seu esforço e agradeço. Mas não vou ficar onde não me querem. Se eles me rejeitam porque eu quis viver a minha vida, ser independente e me descobrir, então eu vejo perder meu pai e minha irmã como uma consequencia da minha felicidade. Porque eu estou muito feliz. Vou trabalhar em uma das maiores empresas jornalísticas do mundo e vou morar em um lugar bom e tranquilo. Não quero que fique triste, mas se é assim que eles querem, eu só vou voltar aqui para mostrar o meu futuro marido, porque eu ainda tenho meu valores. -Olhou rapidamente para Stella. -E se você quiser participar da minha vida mãe, eu vou ficar muito feliz. Deixo o meu endereço com meu número e você pode me ligar quando quiser e puder. Mas não vou ficar aonde não sou bem-vinda. -Olhou para seu pai e para Stella. -E eu espero que um dia vocês parem com essa estupidez infantil e percebam que quem me abandonou foram vocês, porque não responderam nenhuma de minhas cartas. Então, até o meu casamento. -V estava querendo chorar. 
-Cartas? -Sua mãe e Stella fizeram um coro. 
-É, mandei várias. Provavelmente ele as escondeu de vocês. -Apontou rapidamente pro pai. -Boa noite. 

V saiu em lágrimas. Parecia que o dia não era tão de sorte assim. Pegou o caminho mais longo para chegar na casa de A, parou em três bares diferentes e chegou na casa um pouco sem conciência, mas sóbrea. Deitou-se na sua cama e começou a chorar descontroladamente. Os dentes rangiam e a cabeça insistia em lhe mandar lembranças lindas de momentos em família. "Tudo isso pra ser livre" Pensou ela. "Tudo isso pra ser um pouco mais eu" Pensou alto. Conforme ela chorava mais alto e mais forte o alcool fazia a sua função e a adormecia em pesadelos que nem ela sabia até onde eram imaginação. 

Na casa de Miley, o clima era de negócios. S havia chegado pronto para saber de cada detalhe, e M estava pronta para derrubar Z por apenas um detalhe. 

-Primeiro, o que você quer em troca de informações?
-Seus contatos. 
-Pra quê?
-Não interessa. Quero uma pessoa que possa que leia muito bem testamentos. 
-Não se falsifica testamento. Pelo menos não com Jullian. 
-Não quero alguém que falsifique, quero alguém que os interprete melhor e ache cláusulas. 
-Tenho uma pessoa pra isso. 
-Então, faça-me suas perguntas Speer. Sou toda sua. -M respondeu maliciosamente. 

A entrevista não durou muito, mas irá custar muito caro para S. Com tudo na mão só precisava preparar o artigo que seria a capa do jornal que o pagasse melhor pelas preciosas informações. Saiu do apartamento de Miley com ouro nas mãos. E M não ficou pra trás. Após ligar para o sugerido de S, ela descobriu que às vezes não é preciso tanto esforço para conseguir o que queremos. 

-Pelo visto, imãozinho, quem vai sentar na cadeira do papai sou eu. 

M disse para si mesma rindo enquanto segurava a bomba escondida na única cláusula do testamento. M percebeu não é preciso sujar as mãos para se conseguir o que quer, às vezes é necessário apenas dar mais uma limpadinha. 

--x--

Gostaram? HMMM, quero ver os comentários tá? Vocês não estão comentando mt )=

Estou beeeeeeem melhor, obrigada pela preocupação. E, eu queria que vocês lembrassem adaquele aviso que dei quando estava escrevendo MAIO. Divulguem E COMENTEM. Vocês estão comentando pouco, isso é porque está ruim? Falem logo ok? 

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